Piu Piccoli Berçário e Educação Infantil | Dica de Leitura: “Crianças francesas não fazem manha”
A história da Piu Piccoli tem uma particularidade muito especial: a escola foi comprada por uma mãe preocupada com que suas filhas tivessem a melhor qualidade de ensino possível. E este olhar de mãe é um diferencial até hoje!
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Dica de Leitura: “Crianças francesas não fazem manha”

A gente discute muito sobre as diferentes formas de educar os filhos, pensando sempre em um punhado de métodos, tradições e estilos que uns e outros consideram válidos. Nessas escolhas tem sempre um pouco do que aprendemos com nossos próprios pais, um pouco do que os especialistas defendem e um pouco do que nossa intuição diz – e tudo isso muda de pessoa para pessoa e de família para família. Mas se observarmos bem, apesar das variáveis, existe sim um padrão brasileiro de educar. E como será que é o padrão nos outros países? Será parecido com o nosso ou completamente diferente?

No livro “Crianças francesas não fazem manha”, da Editora Fontanar, a jornalista americana Pamela Druckerman faz um estudo minucioso da forma com que os franceses educam seus pequenos. Casada com um inglês e mãe de três crianças, ela mora em Paris há alguns anos e começou a perceber grandes diferenças entre os hábitos de educação americanos e os franceses. Curiosa sobre como os parisienses conseguem alguns resultados com seus filhos, Pamela resolveu investigar. Em tom de bate-papo bem humorado, ela vai revelando suas descobertas desde a hora do nascimento, quando as nuances já começam a despontar: na França, acredita-se que os bebês pequenos já entendem muitas coisas, inclusive a necessidade de ter paciência e esperar um pouco, sem que os pais se sintam culpados ou tenham medo de frustrar seus pequenos.

Comportamento na hora das refeições, métodos escolares, amamentação, individualidade e vaidade das mães, nutrição, hábitos de sono – tudo é objeto de estudo e comparação. Descobrimos que, em muitos aspectos, fazemos igualzinho aos americanos e bem diferente dos franceses; em outros, somos mais franceses. E em momento algum a autora coloca um jeito ou outro como certo ou errado, mas dá uma série de dicas, em forma de narrativa, que podemos aplicar no “nosso jeitinho” de educar. Afinal, mesmo que a gente não concorde 100% com o jeito francês de criar os filhos, alguns elementos com certeza fazem sentido. E quem não quer, por exemplo, que os pequenos saibam comer de tudo, sem torcer o nariz ou fazer uma algazarra sempre que se sentam à mesa? Está aí uma das descobertas desse livro cheio de curiosidades e surpresas. Boa leitura!

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